Fotos de carros que se mexem

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Anota aí: Bonito é o maior barato!

A cidadezinha, que é pequenininha no tamanho mas gente grande na atitude: tamanha organização, estrutura e atenção à natureza que levou o título de Melhor destino turístico do Brasil.

Mas chegando lá, são tantas as atrações para se fazer ( a gente quer mergulho, cachoeira e natureza, tudo ao mesmo tempo agora), que montar a programação toda boa parte do tempo do planejamento. Ainda mais porque as atrações de Bonito são todas espalhadas pelos municípios de Bonito, Jardim e na Serra da Bodoquena. Não são, portanto, pertinho de se chegar – e eu explico a logística da coisa no post ““. Mas como todo destino turístico, aproveitar o dia é palavra de ordem, de modo que às vezes não dá para juntar mais de duas atrações no mesmo dia.

Por isso, resolvi fazer nesse post o que fizeram comigo: me pegaram na mão e me explicaram a dinâmica dos passeios e a melhor forma de combiná-los. O resultado é que minha viagem foi tudo de bom – e compartilho com vocês esse mesmo carinho (e as mesmas dicas) que fizeram a diferença pra mim.

Ah, mas aviso já que vocês vão ver que terão alguns passeios faltando, que não fiz – então, já que a gente está criando intimidade mesmo, já peço suas dicas e opiniões! Afinal, tem lugar melhor do que Bonito para a gente trocar essas figurinhas? 🙂

Atrações que duram meio dia:

Flutuação na Lagoa Misteriosa. Crédito da Foto: Clarissa Donda (pois é, o computador deu piti na hora de pôr a marca d’água aqui!).

Programa imperdível, porque a Lagoa faz jus à fama. Diz-se que o nome de “Misteriosa” vem da sua profundidade de 75 metros, um convite a quem é apaixonado por mergulho de cilindro. Mas pra mim, o “misteriosa podia ser mesmo por causa da Lagoa em si, que fica escondida no meio de um mar verde de árvores – e que uma pequena trilha seguida de uma longa escada de madeira faz a gente chegar nela.

Eu confesso que fiquei apaixonada pela cor – um cantinho de água de um azul absoluto e convidativo. E a água é de um transparência tal que, debaixo d’água, parece ter um mundo azul belíssimo pra gente ir descobrindo.

Ah, a Lagoa é democrática: a galera do mergulho de cilindro e o povo do snorkel são bem vindos por lá.

Preços: os mergulhos com cilindros estão à partir de R$ 292 e o snorkelling e contemplação custa R$ 130.

Veja nosso post de lá: 

O carro-chefe de Bonito, e o passeio pelo qual você não deve nem pensar em deixar de fazer. O Rio da Prata é um percurso de flutuação feita com snorkelling em que, basicamente, é deixar o corpo ser levado pelas águas que descem deliciosas rio abaixo, enquanto você vê um mundo maravilhoso submerso debaixo d’água. Não é balela: as águas são de um cristalino encantador – mérito do calcário, rico nas águas da região – e que permite que a gente veja, como se estivesse flutuando com a gente, peixes típicos da região como pacus, piraputangas, pintados, dourados e outras lindezas.

E se eu já tinha um palpite, uma vez, de que mergulho é a atividade mais próxima de meditação, posso dizer que a flutuação do Rio da Prata foi algo bem parecido.  🙂

Preços: a flutuação está à partir de R$ 198, para adultos – incluindo o almoço.

Gruta do Lago Azul:

Uma boa pedida para quem curte cavernas. O passeio é rápido, dura uma manhã e envolve uma trilha que exige uma certa habilidade para idosos e crianças pequenas por ser meio escorregadia. Mas passado o desafio, a vista é quase um cenário de filmes sci-fi: um lago de um azul hipnotizante (graças às refrações de luz e outras explicações óticas específicas) envolvido por estalactites que mais pareciam garras de uma criatura estranha. É como ir a um mundo diferente – e lindo – ali no coração do Mato Grosso carros do Sul. Não pode mergulhar, infelizmente – mas só ver já dá um gostinho muito do bom!

Preços: a visita custa R$ 60,00 para adultos, e R$ 45 para crianças. 

Bike Lobo-Guará Adventure

Ótimo para quem curte pedalar numa magrela e se perder em pistas por aí. São roteiros organizados para grupos de amigos que queiram andar de bike por Bonito – e aí se um grupo de amigos fechar o passeio, o guia pode fazer o roteiro sob medida (em outras palavras, mais ou menos puxado). Mas há de se dizer que algumas rotas em que ele pedala são bem gostosas e não exigem muito, de modo que até os mais sedentários podem se divertir e muito.

Honestamente? Adorei o passeio, mesmo. Primeiro, porque não esperava muito – não por não gostar de bike, mas achava meio difícil que qualquer outra atração fosse competir com os passeios de flutuação que eu estava fazendo até então. E a verdade é que o rolé de bike se mostrou delicioso – e muito por causa do dono da empresa, que guia os grupos nas pedaladas. Márcio Lima o nome dele: gente finíssima, bom de papo e um apaixonado por Bonito e por iniciativas que protegem e preservam o meio ambiente. Foi com ele, aliás, que plantamos uma muda de árvore, numa iniciativa que ele criou chamada “Pedalando e Plantando”.

O que levar além de disposição para andar de bike? Muito repelente (os mosquitos não tem dó) e roupa de banho por baixo, que o passeio prevê uns mergulhos deliciosos nos rios da região – com direito a fotos e tudo.

Sério, taí um dos meus passeios preferidos de lá – e mais surpreendentes. Que seja dito, voltei morta, mortinha. Com farofa e sorrisão. 🙂

Preços: variam de acordo com os passeios, e devem ser consultados diretamente com a agência turística ou com o próprio Lobo Guará nos telefones (67) 9986 3906 ou pelo e-mail lobo ou . O site deles é esse

Veja nosso post de lá: 

Nascente Azul

Passeio novíssimo de Bonito, pode ser uma opção para entrar no clima da flutuação ou uma alternativa para quem não conseguiu vaga no Rio da Prata. De qualquer modo, é lindo e a fazenda, novíssima, tem uma estrutura deliciosa para descansar durante as tardes mornas do Mato Grosso do Sul. O passeio de snorkelling na Nascente azul difere do Rio da Prata porque não há um rio em que a gente deixa se deixar levar, e se por um lado o Rio da Prata é uma experiência inesquecível, a Nascente Azul revela um mundo aquático quase caleidoscópico.

Preços: a visita custa R$ 160,00 para adultos, com almoço incluído. 

 

Atrações que duram um dia inteiro

Crédito da Foto: Abismo <strong>fotos de carros que se mexem</strong> AnhumasCrédito da Foto: Abismo Anhumas

Outro da sua lista “must-go” de atividades – isto é, se você não tiver medo de altura! Foi lá, definitivamente, um dos passeios mais radicais, impressionantes e inesquecíveis que fiz na minha vida (e que está na minha lista pessoal de Top Adventures ao lado do bungee jump na Nova Zelândia e de parapente nos Alpes Suíços. Com nadinha a dever!).  Mas é preciso ter disposição: para descer no Abismo Anhumas é preciso encarar um rapel de 72 metros caverna abaixo, até chegar a uma lagoa lá embaixo. Ali, as maravilhas estão tanto em cima da linha d’água quanto embaixo: poderosas estalactites e formações rochosas submersas impressionantes.

Rola snorkelling e mergulho com cilindro – este, apenas para mergulhadores já certificados, e é uma experiência impressionante.

Preço:  é a atração mais cara de Bonito. R$ 575 para rapel e flutuação e R$ 805 para mergulho com cilindro.

Mas fica o aviso: não é que o Abismo Anhumas dure o dia todo – nada disso, muito provavelmente você já está de volta ao hotel por volta das 14 horas da tarde. Mas provavelmente o cronograma fica apertado para se encaixar em outros passeios – o horário para voltar ao hotel e sair de novo para outra atração é bem corrido. Fora que, geralmente, a gente volta cansado de lá. Então, se possível deixe a tarde livre para descansar e passear pelo centrinho de Bonito, e programe mais passeios para o fim do dia, como a visita ao Projeto Jibóia ou ao Buraco das Araras – explicamos melhor sobre isso mais na frente!

Veja nosso post de lá: 

Bonito_MS_Boca_da_onca_Cachoeira

Assim como o Abismo Anhumas, dura boa tarde do dia e é bem, bem bacana. Considerado um eco-tour, combina uma caminhada de algumas horas pela propriedade, passando por diversas cachoeiras e  rios para banho ao longo do caminho. O bom disso é que a caminhada não fica puxada, e mesmo com o calor do exercício e do sol sul-matogrossense, não é preciso muito para esbarrar num banho gelado e revigorante. Aliás, as cachoeiras, ali, são um capítulo à parte: fica ali a Boca da Onça, a cachoeira mais alta do MS (e que ganha esse nome devido à sua formação rochosa que parece, mesmo, a boca do animal) e um rapel bacaníssimo, que dá para fazer bem do ladinho da cachoeira – e que tem um visual maravilhoso.

Vale dizer que na trilha a parte pesada fica a cargo de uma escadaria enorme, cuja subida cansa mesmo. Mas o passeio vale super a pena – e inclui um almoço bem de fazenda na sede da propriedade.

Preço: R$ 170 reais para a trilha, as cachoeiras e o almoço, e R$ 350 se incluir o rapel.

Crédito da Foto: Daniel De Granville - photoinnatura.comCrédito da Foto: Daniel De Granville – photoinnatura.com

Esse foi um dos passeios que eu não fui, pois tivemos um acidente no dia. O que me deixa muito triste, pois só escuto elogios: tanto do atração em si, cheia de cachoeiras belíssimas e trilhas por matas, rios e cachoeiras – sempre parando para o banho, claro. Só escuto também elogios à equipe que cuida da Estância Mimosa, dizem que são uma fofura só. Fica a dica – e se você for, me conta depois como foi??? 🙂

Ah, aqui é a mesma vibe de Anhumas: não necessariamente ocupa o dia todo, mas você pode esticar para aproveitar bem e, com isso, acabar sem conseguir encaixar outros passeios depois.

Preço: R$ 132, incluindo a caminhada, trilha com banhos e almoço.

Atrações acontecem ao final do dia e à noite:

Foi uma grata surpresa. Fomos porque, de última hora, a van que nos levaria nas fazendas da Lagoa Misteriosa e do Rio da Prata terminaria o passeio por lá, então resolvemos acompanhar o grupo. Foi bem bacana: a visita dura rápido, uma hora apenas, e acontece perto da hora do pôr do sol, onde as cores ficam ainda mais bonitas. Uma breve caminhada nos leva até uma dolina, que, em português bem simples, é basicamente um enorme buraco, onde dezenas de araras fazem seus voos e acasalam nos imensos paredões de rocha. A visita durante o pôr do sol é especial para quem quer tirar boas fotos, já que eles costumam voar bastante, e a luz ajuda muito.

Preço: 45 reais por pessoa

Uma das idéias mais bacanas que eu já vi em terras brasileiras – repito, brasileiras, e não apenas bonitenses! Tudo começou com a idéia desse cara que curtia muito jibóias. Começou a criar uma, começou a criar várias, e aí todo mundo queria visitá-lo para ver e pegar nas cobras dele (sem trocadilhos nem más interpretações, por favor!). O tempo passou e ele resolveu tomar duas providências: uma, tentar conscientizar a galera de que cobras são, sim, nossas amigas e não são esse bicho de sete cabeças todo. E segundo, ganhar dinheiro com isso. Nasceu aí o Projeto Jibóia, uma palestra rápida – e divertidíssima, juro – sobre cobras, natureza, pandas e conscientização ecológica. E  o bom? Custa R$ 35 reais, é engraçada, acontece todos os dias à noite (quando você não tem programa nenhum para fazer mesmo), não precisa de reserva e você ainda pode tirar uma foto com a cobra no pescoço!

[alert style=”2″]Importante: todos os preços anunciados nas atrações acima foram conferidos em dezembro de 2013. Para ver sempre os preços atualizados, [/alert]

Montando o roteiro

Bom, dada todas as informações sobre cada atração lá em cima (mas fica frio que depois eu faço um post para cada uma e coloco os links aqui, ok?) é hora de montar a programação e definir quando ir em cada uma.

Mas até para isso tem algumas dicas. Ouve aí:

Alterne dias que exijam atividades físicas puxadas com passeios mais tranquilos:

Dica boa para quem não tá com a academia em dia, mas tá com disposição para fazer todos os passeios, sem receio de ficar caindo cansado pelo caminho. Procure alternar dias mais puxados (como rapel, bike e trilhas) com flutuação (geralmente mais tranquilinhas), seja no mesmo dia com um de manhã e outro à tarde, ou em dias alternados. Você vai ver que seu fôlego vai agradecer – afinal, nada a ver ir até Bonito e gastar dinheiro e não conseguir curtir tudo, né?

Atrações tranquilinhas: Nascente Azul, Lagoa Misteriosa (quem não vai mergulhar de cilindro), Rio da Prata, Buraco das Araras, Projeto Jibóia

Atrações mais puxadas: Boca da Onça, Abismo Anhumas, Bike Lobo Guará Adventure.

Ganhe tempo na Logística:

Se for fazer dois passeios no mesmo dia e for contratar transporte, veja quais passeios são próximos um do outro. Por exemplo, deixe para fazer Lagoa Misteriosa e Rio da Prata no mesmo dia, já que ficam quase lado a lado.

Mais dicas sobre transporte e logística em Bonito

Aproveite as noites para passear pela cidade ou descansar:

Por ser um destino ecoturístico, a maioria dos passeios acontece durante o dia, bem cedo, de modo que não há muita oferta do que fazer à noite. Mas você pode aproveitar para ir no Projeto Jibóia (eu ainda não consegui convencer, na minha descrição ali em cima?) ou curtir a gastronomia do centrinho de Bonito. Quer uma boa pedida? Vai na

E para não dizer que eu não faço nada por vocês, preparei uma planilhinha básica e humilde com o meu roteiro por lá, de 7 dias. Não que Bonito não mereça mais dias – merece sim, mas ficar 5 dias na cidade (descontando os dias de chegada e saída) é o mínimo para se aproveitar ao menos uma palhinha do que o destino tem para oferecer.

Estão aí toda a programação, com uma pequena legenda indicando os ícones que representam o perfil de cada atração, bem como a melhor hora do dia em que ela pode ser feita.

Roteiro BonitoCrédito da planilha: Clarissa Donda

Que fique claro que se trata apenas de uma sugestão de como organizar sua programação, levando em conta as atividades alternadas para não cansar muito (como um dia inteiro de flutuação logo após o Abismo Anhumas, que é puxado), um passeio de flutuação logo de início (para já pegar o gostinho do que Bonito tem de melhor!), e uma programação leve para o final do dia e noitinha nos primeiros dias (para deixar você mais soltinho no final da viagem para sassaricar pelo Centrinho, comprar seus souvenirs, etc).

Coloquei os ícones de cada atividade ao invés de dizer qual a que exige muito ou não – assim, nada melhor do que você mesmo ter uma idéia do quanto que a atividade física vai te exigir. 🙂

Ah, Importante: antes de fazer o Abismo Anhumas é preciso fazer um teste no escritório da empresa, subindo duas vezes uma altura de 9 metros – antes de descer, e principalmente, subir, os 72 metros do Abismo de verdade.

Bonito_MS_Treino_para_abismo_anhumas

Esse teste é obrigatório e pode reprovar a ida ao Abismo de quem não conseguir. Mas fica a dica de marcar o teste já no fim da tardinha, para não prejudicar seu passeio durante o dia.

Ah,e sempre pergunte ou peça para sua agência de viagem organizar o passeio ou confirmar os programas. No caso de Bonito em que as agências ocupam um papel fundamental, isso é sempre um bom adianto!

Mas, enfim, essas foram as minhas dicas – e ainda assim, acho que faltou tempo para conhecer melhor Bonito e fazer o resto das atividades, como bóia-cross, ou até as visitas aos balneários. Quem já foi, o que acha? Curtiu o roteiro? Sugeriria mais? Conta aí – eu voltaria fácil fácil para lá! 🙂

 Essa jornalista e blogueira que vos fala foi a Bonito a convite do e de seus parceiros, como o Grupo Rio da Prata,  e 

Links para ajudar a organizar sua viagem a Bonito:

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